O público esperado era de 120 a 150 mil pessoas. Fechou com 285 mil. Velho conhecido meu, o presidente da Cooperativa Agro Industrial de Cascavel (Coopavel), Dilvo Grolli, declarou-se satisfeito com os resultados.
Segundo ele, o público imenso mostrou-se bastante interessado nas novidades tecnológicas apresentadas na feira. Para se ter ideia, o número de expositores chegou a 585. Os organizadores haviam projetado receber um pouco mais de 400.
Entre os expositores, indústria de máquinas e equipamentos, setor financeiro e empresas do universo digital.
Dilvo Grolli informa que foram tomadas todas as medidas sanitárias no parque para evitar problemas com a pandemia.
Além da pandemia, a agropecuária brasileira vinha sentindo os efeitos do clima desfavorável que afetou lavouras de soja e milho, por exemplo, e prejudicou bastante o gado.
Mesmo assim, o Show Rural Coopavel bateu recordes neste ano.
E quem me disse também que o Show Rural foi muito bom (“sensacional”) neste ano foi Marielli Biff, consultora em sucessão familiar no agronegócio e coautora do livro “Mulheres do Agro”. Ela esteve lá.
“Fizemos duas rodas e conversa sobre sucessão e governança no agro para um público grande e muito interessado no tema”, afirma Marielli, profissional bastante requisitada em várias partes do país para a discussão do assunto.

Este jornalista andou muito por Cascavel elaborando reportagens. Estive na feira em anos passados e percorri diversas propriedades produtoras de frango por lá.
Em 2015, fiz parte de uma equipe de repórteres e fotógrafos da revista Globo Rural vencedora do Prêmio Ocepar 2015. O tema foi o agro no Paraná.
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