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Suplementação com fosfato bicálcico é imprescindível para a nutrição e o bom desempenho zootécnico de ruminantes

Apontada como a fonte de fósforo mais utilizada no mundo, devido a sua pureza e alta biodisponibilidade, o fosfato bicálcico é comumente usado como matéria-prima para a fabricação de suplementos minerais e proteicos, além de rações para espécies de produção
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Suplementação com fosfato bicálcico é imprescindível para a nutrição e o bom desempenho zootécnico de ruminantes
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O fósforo é o segundo mineral mais presente no organismo animal, sendo mais de 80% associados ao cálcio nos ossos e nos dentes. Portanto, o fósforo está envolvido em diversas funções no organismo. Entre elas, desempenha papel essencial para a formação da estrutura corporal (órgãos, tecidos corporais, músculo e esqueleto), responsável pelo desprendimento de energia proveniente de gorduras e carboidratos consumidos, e, ainda, é imprescindível para o metabolismo microbiano.

Contudo, apesar de presente em grande proporção no organismo animal, quando o assunto são as espécies de produção, como os ruminantes, esse elemento se apresenta em quantidade insuficiente. É o que garante Mirceia Mombache, zootecnista e responsável técnica da NutriBio, empresa de nutrição animal e óleo vegetal. “A deficiência do fósforo é conhecida nas mais diversas regiões do país, em especial com bovinos criados a pasto devido a maior parte da dieta destes animais ser constituída por forragem. É aí que encontramos a maior necessidade de suplementação com produtos contendo fosfato bicálcico visando garantir o bom desempenho dos animais”, explica Mirceia.

Entre as fontes de fósforo disponíveis para serem usadas na nutrição de ruminantes, existem as naturais, como os grãos de cereais, e a mais utilizada no mundo que é o fosfato bicálcico. Afinal, possui fósforo em alta biodisponibilidade e pureza, além de ser uma excelente fonte de cálcio. Ambos os elementos, de acordo com Leandro Watanabe, gerente comercial da empresa química Carbotex, precisam estar presentes na dieta em proporções adequadas.

“Na ausência do fósforo, os animais desenvolvem uma condição conhecida como apetite depravado, em que passam a roer ossos e comer elementos estranhos à sua dieta. Usualmente, numa adiantada condição de deficiência de fósforo, os bovinos perdem peso e tornam-se frequentes as fraturas de ossos dos animais do rebanho. Além disto, há uma considerável diminuição da fertilidade”, explica.

Por conta disso, o fosfato bicálcico é comumente usado como matéria-prima para a fabricação de suplementos minerais e proteicos, bem como rações para ruminantes no geral. O elemento quando agregado à nutrição proporciona uma alimentação de alta qualidade, garantindo melhores resultados em várias etapas imprescindíveis, como ganho de peso, produtividade, desenvolvimento e reprodução.

“É o balanceamento ideal dos minerais que possibilita melhor desempenho zootécnico. A presença de vitamina D também é muito importante para uma boa utilização de cálcio e fósforo e está diretamente relacionada com a absorção destes elementos através da parede do intestino delgado e com a deposição do cálcio e do fósforo no tecido ósseo”, lembra o gerente da Carbotex.

Fosfato bicálcico – Foto: Divulgação
Períodos de maior necessidade de suplementação com fosfato bicálcico

De acordo com especialistas, a suplementação a base de fosfato bicálcico para os ruminantes é ainda mais importante no período de seca, que ocorre de maio a setembro nas principais regiões pecuaristas do Brasil. Afinal, é quando há uma queda na qualidade e disponibilidade de pasto devido às temperaturas mais baixas associadas com a falta de umidade.

Portanto, é neste período que existe a maior necessidade da suplementação nutricional a base do elemento a fim de evitar perda de peso do rebanho ou até mesmo o retardamento do abate e de primeira cria.

Além disso, Mirceia complementa dizendo que, apesar de todas as categorias de animais ruminantes mantidos a pasto precisarem receber algum tipo de suplemento ou dieta contendo fosfato bicálcico, “os animais que estão em fase de crescimento ou produção de leite são os que tem maior exigência por fósforo”.

Matéria-prima de qualidade

Entre os produtos disponíveis no mercado que contenham fosfato bicálcico em sua formação, as rações, de maneira geral, têm menor inclusão do elemento devido a maior proporção de grãos na sua constituição. Portanto, a zootecnista Mirceia Mombache ressalta que os níveis de maior inclusão deste ingrediente ocorrem nos suplementos minerais e proteicos.

No caso da NutriBio, o fornecimento de fosfato bicálcico como matéria-prima para a fabricação dos seus produtos ocorre através da parceria com a Carbotex. Empresa que, segundo a zootecnista, é comprometida com a qualidade, entrega e segurança alimentar do produto.

“A escolha dos fornecedores de matérias-primas pela Nutribio, passa por um rígido processo de seleção, desde análise documental da empresa e da matéria-prima, assim como análise in loco do produto antes do descarregamento e utilização na fábrica de ração. A Carbotex é uma empresa que já está há anos no mercado e se consolidou como uma grande fornecedora de matérias-primas de qualidade. O fosfato bicálcico micro granulado da Carbotex apresenta todos os parâmetros exigidos pela empresa, cor, aspecto, granulometria, níveis de garantia, padronização, entre outros”, finaliza a zootecnista.

Para fornecer uma matéria-prima de qualidade ao mercado, o gerente comercial da Carbotex explica que a empresa adquire o fosfato bicálcico apenas de fabricantes internacionais certificados, tanto na Europa quanto na Ásia. “Mantemos os padrões de qualidade da Carbotex em todo o processo, desde a chegada até a entrega ao cliente. Entre eles, homologação do fabricante e do produto, validação do controle de qualidade, entregando para o cliente como combinado, dentro dos parâmetros de segurança”.

Fonte: Natália de Oliveira/Assessoria de Imprensa Agrovenki
Crédito da foto: Divulgação/Canva

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