O amor pelo agronegócio passado de pai para filho

Em comemoração ao Dia dos Pais, os especialistas da Cargill Nutrição Animal resolveram contar um pouco da relação do agronegócio com seus filhos

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O amor pelo agronegócio passado de pai para filho
Tiago Zarpelon junto com seu pai e seu filho. – Foto: Divulgação
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Acordam cedo, tomam café, dão um beijo em seus filhos e vão em direção a uma de suas maiores paixões: o trabalho no campo. Parte do que aprenderam em seus estudos e muito do que levam dos conhecimentos adquiridos pela vida. São histórias de profissionais que contribuem diariamente com a produção de proteína do Brasil e do mundo, e de pais que aproveitam de todo o conhecimento profissional para dividir com quem mais amam, seus filhos.

Alguns deles aprenderam em casa, com seus pais e avós o quão importante é estar e trabalhar com a terra e os animais, outros, foram despertados por um propósito e amor pessoal. Mas, o que é uníssono entre eles é o tamanho do valor de poder apresentar às suas futuras gerações, seus filhos, o quanto o agronegócio é sustentável e como ele é essencial à vida.

Em comemoração ao Dia dos Pais, os especialistas da Cargill Nutrição Animal resolveram contar um pouco da relação do agronegócio com seus filhos.

É muito comum no agronegócio os filhos seguirem a profissão do pai por influência do dia a dia. Mas nem sempre é isso o que acontece, como no caso do diretor de tecnologia e marketing estratégico, Marcelo Dalmagro. Filho e neto de comerciantes, Dalmagro é o primeiro da família a seguir a carreira do agronegócio. “Sou de uma região no interior de Santa Catarina na qual o agronegócio é muito forte. E como sempre gostei muito de animais, estudei medicina veterinária”. O diretor tem hoje um filho com cinco anos de idade, o Antonio, que já se interessa pelo trabalho do pai. “Ele frequenta a granja da família e já entende a importância do respeito pelos animais, de tratá-los de forma adequada para que possam produzir. Tanto que gosta muito de brincar que é um produtor”, conta Dalmagro.

Este também é o caso do consultor técnico de eubióticos (aves), Luís Otávio Roberto, filho de um bancário, mas que sempre gostou de animais e teve influência do avô, que morava em uma pequena fazenda, e por amigos, que tinham criações em propriedades próximas. “Meu primeiro contato foi com veterinários de pequenos animais. A capacidade de poder ajudar e resolver o problema dos bichos me encorajou a buscar estudar mais sobre isso. Na faculdade, ficou claro para mim que meu amor pelos cachorros é um hobby, mas a criação intensiva de animais para produção é o que me encantou e por onde gostaria de atuar”, afirma. Ele tem um filho, Lucas, de nove anos, que desde pequeno está inserido nesse mundo. “Eu fazia meus relatórios e ele sempre perguntava sobre meu trabalho. Acredito que a influência e a transferência de informações o tornarão um cidadão que irá contribuir com a sociedade, desmistificando alguns temas do agronegócio e quem sabe seguindo minha profissão, se assim ele quiser”, completa o consultor.

Filho de biomédico, o líder de tecnologia de bovinos de leite, Alex Souza, costumava passar as férias na fazenda do avô, produtor de leite, na região de Ourinhos-SP. Esse tempo que passava em sua companhia, pescando, aprendendo sobre as atividades da fazenda, como colher milho, tratar do gado de corte e de leite, acabaram influenciando mais do que a biomedicina, levando Alex Souza a seguir a carreira do agronegócio. “Essa influência acontece naturalmente. Meu irmão também ia junto comigo, mas ficava mexendo no trator. Hoje ele é engenheiro”, compara.

Alex Souza tem hoje quatro filhos com idades entre 1 mês e 11 anos e já observa a importância da transferência de conhecimento para eles. “Uma vez meu filho mais velho, Alan, me mostrou um material sobre o uso da água na produção de carne, mas a cartilha trazia um conhecimento superficial. Então eu o convidei a assistir um documentário para que ele pudesse entender o que é uma água verde, afinal é utilizada a água de chuva, que estaria lá mesmo que não houvesse o gado. Mas nós ainda precisamos fazer muito mais para explicar para as novas gerações de forma correta o que é o agronegócio”.

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Legado do Agro: Luis Otávio e Marcelo Dalmagro – Foto: Divulgação

Já no caso do gerente de contas corporativas, Carlos Guideli, o agronegócio vem do berço. Filho e neto de produtores rurais, ele acabou seguindo a carreira, fazendo medicina veterinária e se interessando por esta área de nutrição. Ele tem dois filhos, de 8 e 13 anos e percebe como a profissão influencia os dois. “O Lorenzo, já consegue argumentar quando alguém fala algo errado sobre o agronegócio e normalmente ele busca corrigir os amigos”. Por conta desse envolvimento cedo com a profissão do pai, os filhos entendem a importância da produtividade do agro para a economia do país.

“Eu perguntei para meus filhos qual a importância do agronegócio e o Lorenzo me respondeu que a maior geração da economia do Brasil vem do agro e a Valentina disse que sem ele não tem comida”, conta Guideli.

A influência da família no caso do líder de bovinos de corte, Tiago Zarpelon, foi muito grande. “Meu avô era agricultor e pecuarista, meu pai também, apesar de ter saído por um tempo para ser bancário, mas acabou voltando, e ainda tenho oito tios também no agronegócio”. Com um filho de seis anos, Zarpelon acredita que vivemos um momento de virada no agro, que deixa de ser tratado como um vilão para se tornar um protagonista na produção de alimentos com sustentabilidade e segurança. “A geração do Raul já vai viver essa nova realidade do agronegócio como protagonista. O levo para a fazenda em alguns finais de semana e quando volta para a escola na segunda-feira, ele conta as experiências vividas e os coleguinhas muitas vezes me encontram e perguntam sobre as histórias. Ele já está influenciando a geração dele”, conta o orgulhoso pai.

Por fim, o consultor técnico de suínos, Tiago Mores, também teve influência forte da família, com avô, pai, tio e primo trabalhando no agronegócio. “Fui criado no meio da suinocultura e não conseguia me ver fazendo algo diferente. Logo fui estudar medicina veterinária”, explica. Com uma filha de apenas três anos, ele começou recentemente a inseri-la no ambiente do agronegócio. “A Valentina já vai para a fazenda e quer ver as vaquinhas, os porquinhos, as galinhas. Gosta muito e faz perguntas inocentes sobre os animais”.

O consultor acredita ser importante deixar a filha escolher o próprio caminho, mas busca mostrar no dia a dia a importância do agronegócio, e também se preocupa em sempre dar recomendações técnicas adequadas para o produtor. “Busco sempre a excelência no meu trabalho para conseguir ajudar o agronegócio a produzir com qualidade, com produtos saudáveis e com sustentabilidade”, finaliza.

Fonte: Cargill Nutrição Animal
Foto: Divulgação

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