LGPD e a Tecnologia da Informação

A adaptação de empresas públicas e privadas em softwares com menor custo e maior capacidade de solução dos produtos e serviços, direcionados ao cumprimento da LGPD na sua integralidade será mandatório
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Tecnologia da Informação, TI, equipe fundamental na implementação multidisciplinar da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados. Isso representa que um advogado, contador, auditor, técnico,  não avança num sólido projeto de Governança de Dados Pessoais sem um interlocutor de TI.

Pensando no futuro próximo, com a tão esperada chegada da última geração de tecnologia sem fio (wireless): o 5G. representando a convergência das redes existentes, sem fio móvel, fixa e local será primordial e ainda mais necessário que se integrem técnicos de informação nesta “virada de chaves”. A adaptação de empresas públicas e privadas em softwares com menor custo e maior capacidade de solução dos produtos e serviços, direcionados ao cumprimento da LGPD na sua integralidade será mandatório. Destes especialistas espera-se que por meio de medidas e ações, a expansão de dados  possa alavancar as atividades comerciais dos clientes, repercutindo inclusive em avanços expressivos no comércio internacional. E a legislação acompanhará tal evolução na esteira desta corrida que pode levar os dados de forma fulminante e descontrolada à patamares comparáveis ao que vemos na China. É incontestável o cenário de avanço tecnológico desta origem em todos os setores da economia.

Já vislumbro o futuro do Universo Digital no qual irão conviver com maior velocidade e capacidade de conexão, milhões ou até bilhões de dispositivos móveis conectando-se entre si, mudando de forma radical e até de forma arriscada o uso e manuseio de dados pessoais. E fica a pergunta: como assegurar modelos seguros focados na LGPD para o futuro do comércio e serviços eletrônicos? Hoje já vemos alguns protótipos que demonstram as futuras soluções tecnológicas que as empresas podem oferecer ao mercado por meio de popularização de soluções, como casas inteligentes (Smart Homes), Smart Workplaces, realidade virtual, carros autônomos, entre muitos outros novos serviços. E o que falar da telemedicina, amplamente utilizada no atendimento de saúde, exemplo recente, vivido por todos nós pela necessidade de dar alcance e suporte aos afetados pela pandemia do Coronavirus sem colocar em risco o isolamento social. Todos já passamos por esta alternativa com resposta eficiente e célere para o ambiente de saúde.

Desta forma lhes asseguro que estar ao lado de um parceiro de TI, auxiliará, sobremaneira, no suporte da LGPD, no futuro do comércio digital e na estruturação de legislações que trarão segurança jurídica aos titulares de dados, bem como aos controladores e operadores. No que tange aos programas existentes em suas empresas, a atualização tecnológica das redes e sistemas legados são mandatórios para o universo da LGPD, assegurando que o arcabouço legal e regulatório se sustente por si só.

Nesta toada, dentro deste universo que exige maior transparência para os usuários em relação a como seus dados pessoais são processados; qual finalidade e por quanto tempo serão retidos e até eliminados, deve-se buscar este recurso imediatamente. Cabendo as operadoras de rede, assim como as empresas que utilizarão a tecnologia 5G, criar processos de gestão de direito de titulares e de consentimento, seguindo os requisitos exigidos pela LGPD.

Toda  corrida mal calculada gera riscos potenciais e os vazamentos de dados com a tecnologia 5G podem expor ainda mais e alavancar inúmeros casos e denúncias de vulnerabilidades, que exigirão suporte de TI para evitar efeitos danosos aos usuários e as empresas.

Diante deste cenário,  resta claro e inconteste que você ou sua empresa deve ter ao seu lado um bom parceiro de TI que possa orientar seu negócios neste novo momento de interconectividade e segurança de dados pessoais.

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