Vem o verão, cuidados com os cavalos

Pesquisa mapeia a ocorrência da "Febre do Cavalo de Potomac" no Rio Grande do Sul.
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Com a chegada do calor, aumenta a incidência de churrio ou curso, a Febre do Cavalo de Pontomac.
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Com a chegada do calor, as ocorrências da “Febre do Cavalo de Potomac”, conhecida no Rio Grande do Sul como “churrio” ou “curso”, e ainda no meio científico por Ehrlichiose Monocítica Equina (EME), começam a aumentar no Estado do Rio Grande do Sul. Para dar conta deste problema no Estado, a médica veterinária Juliana Garcia da Silva Teixeira, vem pesquisando sobre o tema desde 2012, quando defendeu a dissertação intitulada “Ehrlichiose Monocítica Equina: características biológicas de gastrópodes e trematódeos envolvidos na transmissão de Neorickettsia risticii”, pelo Programa de Pós-Graduação em Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (RS).

O tema já foi destaque no site da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC) em 2020, quando Juliana detalhou o projeto e explicou a importância do mapeamento da ocorrência ou não da doença nas propriedades de todo o Estado. A Neorickettsia risticii é um parasito intracelular obrigatório de leucócitos e agente etiológico da Ehrlichiose Monocítica Equina (EME), conhecida como a Febre do Cavalo de Potomac (Potomac Horse Fever). Foi descrita pela primeira vez em 1979 no Estado de Maryland, nos arredores do rio Potomac (EUA).

Segundo a pesquisadora, “é uma doença muito mais comum do que as pessoas imaginam” e questiona “quem nunca teve cavalos com diarreia na propriedade e até mortes sem um devido esclarecimento?”, por isso é importante a resposta dos criadores (tanto de quem teve casos ou não em sua criação), para que se possa delimitar a área de casos suspeitos e fazer coletas no ambiente. Por fim, Juliana lembra que a participação na pesquisa com comunicados dos criadores pode ajudar a salvar vidas.

Fonte: ABCCC

Crédito: Divulgação ABCCC

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