Segundo o alerta agroclimático da Rural Clima, em grande parte da Região Sul o tempo tende a ficar aberto até o Natal. Segundo o agrometerologista Marco Antonio dos Santos, choveu em partes da região Norte do Rio Grande do Sul e do Paraguai no final de semana. “Os próximos dias serão marcados por instabilidades na faixa central do Brasil. Rondônia, Mato Grosso, Goiás e algumas áreas de Minas Gerais e São Paulo podem tem pancadas de chuvas ao longo do dia de hoje”, disse.
Desde ontem, as áreas de instabilidade do tempo começam a ganhar força e há alguma chance de chuvas em áreas do norte e leste gaúcho, mas sem chance de ocorrência na faixa central do estado e na fronteira com a Argentina e Uruguai. Há possibilidade de precipitações também na faixa central do Brasil. “A partir de hoje (21) a instabilidade levará mais chuvas para o leste e norte de São Paulo, na divisa com Minas Gerais, atingindo Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão e Piauí. Mas não haverá nada de chuvas sobre o restante do Sul do Brasil até o domingo de Natal”, alerta Santos.
Tempo até o Natal
No domingo (25), uma frente fria começa a se formar na Argentina e pode trazer chuvas ao Uruguai e parte do Rio Grande do Sul. Já na terça-feira da próxima semana, há risco de chuvas mais generalizadas sobre o território gaúcho. “A virada do ano e a primeira semana de janeiro tendem a ser marcadas por maiores volumes de chuvas na Região Sul. Logo, a virada do ano será um fator chave para que as precipitações voltem ao Sul do país e o verão seja mais úmido”, conclui.
Paraguai registra chuvas irregulares no final de semana
De acordo com a meteorologista Ludmila Bardin, a passagem de um sistema trouxe chuvas irregulares sobre o Paraguai no final de semana em algumas áreas. “Os próximos dias devem ser marcados por tempo mais aberto no país. No próximo final de semana um novo sistema se forma sobre a Argentina e deve avançar pelo Paraguai entre os dias 25 e 27, trazendo chuvas para boa parte do país. Dali para frene as chuvas tendem a ficar mais frequentes sobre o Paraguai, tanto no mês de janeiro quanto de fevereiro”, conclui.
Fonte: SAFRAS & Mercado
Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil