Suplementação adequada no período de seca é capaz de garantir a rentabilidade da produção pecuária

A falta de um planejamento estratégico, a fim de fornecer ao rebanho os níveis de proteínas, vitaminas e minerais desejáveis, poderá acarretar sérios prejuízos econômicos para a atividade
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O período de seca – que ocorre de maio a setembro nas principais regiões do Brasil – é um fator inerente e rotineiro à atividade pecuária, sendo de maior ou menor intensidade de um ano para o outro. Contudo, é certo que essa situação irá ocorrer. Por isso, um planejamento estratégico, com preparo de pastagem e das alternativas de suplementação a serem utilizadas, já deve ser mapeado pelo produtor de três a seis meses antes do início do período a fim de garantir a rentabilidade da atividade pecuária.

De acordo com Rafael Paine, Zootecnista e Gestor da Zootec Suplementação Animal, a falta de uma suplementação adequada neste período de seca, quando as pastagens se apresentam com baixos níveis de proteínas, vitaminas e minerais, poderá acarretar diversos prejuízos. “O econômico é o principal. Porém, é resultado de vários problemas, como Queda no GMD (Ganho médio diário), queda na produção de Leite em Sistema de Gado Leiteiro, queda nos índices reprodutivos do rebanho em Sistema de Cria e Ciclo Completo, entre outros prejuízos”.

Por isso, Paine frisa a importância de um planejamento estratégico para enfrentar o período de seca. Porque somente assim, nem mesmo a atual crise hídrica brasileira – com os reservatórios do país funcionando em baixos níveis de água – poderá interferir significativamente no andamento dos trabalhos da propriedade. “Talvez esse período possa ser de maior intensidade, o que requer algumas revisões nos planos, como redução maior que o previsto da lotação da área ou a alteração do suplemento a ser fornecido. Porém, é um ajuste fino e que não deve ser motivo de grande preocupação se algum planejamento já tiver sido feito”.

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Suplementação a base de enxofre e ureia são apontadas como ótimas opções para o período de seca – Foto: Divulgação
Alternativas de suplementação

Com relação as alternativas de suplementação, Paine frisa que vai depender muito do sistema de produção, qualidade da pastagem ou da forrageira a ser fornecida, bem como dos índices zootécnicos esperados. “Mas nesse período entendo que a suplementação deve suprir as deficiências proteicas e energéticas do rebanho, e mantendo os níveis de suplementação mineral já fornecidos no período das águas”.

Sendo assim, o zootecnista aponta que, considerando um nível adequado de oferta de forragem, é imprescindível a suplementação com proteína, como os suplementos ureados. Já os proteinados, de acordo com ele, devem ser a alternativa minimamente aceitável em um processo produtivo eficiente.

A Zootec Suplementação Animal possui uma linha completa de produtos indicados para uso no período de seca. “Temos a Linha CONFINA, que se caracteriza por rações indicadas para confinamento, semi-Confinamento e TIP (Terminação Intensiva a Pasto); proteinados de baixo consumo, linha essa denominada AVANCE; proteinado de médio consumo da linha DESEMPENHO; e proteinados de alto consumo, denominada ENGORTEC. Além disso, temos a linha TECFÓS que é a nossa linha mineral e de mineral ureado, também bastante utilizado nesse momento de estiagem”.

E para a fabricação dos seus produtos, a Zootec prima pela qualidade das matérias-primas utilizadas, buscando a excelência no atendimento de seus clientes. Por isso, mantém parceria com a Carbotex para o fornecimento de enxofre e de outras matérias-primas. “A nossa premissa básica é a busca por fornecedores que tenham a mesma preocupação que a nossa. Temos a Carbotex como um grande parceiro no fornecimento de enxofre e de outros produtos que são disponibilizados. Sabendo do cuidado que a empresa tem na busca por matérias-primas de qualidade, nos sentimos confortáveis nessa parceria de longo tempo”, pontua Paine.

O especialista ainda orienta que o momento ideal para entrar com este tipo de suplementação para o período de estiagem vai depender da região e dos índices pluviométricos particulares em que a propriedade está inserida. “Geralmente a mudança no tipo e forma de suplementação ocorre entre os meses de abril e maio, permanecendo nessas condições até meados do mês de outubro, quando geralmente os regimes de chuva se tornam mais frequentes”.

Portanto, somente com uma suplementação adequada para o período de seca, Paine crê que o produtor conseguirá manter o padrão nutricional do seu rebanho e, consequentemente, evitar prejuízos na atividade pecuária. “Certamente, desde que com orientação correta dada pelo fornecedor do produto junto com um profissional da área, zootecnista por exemplo, a rentabilidade e produtividade vai ser atingida de forma satisfatória”, finaliza.

Fonte: Natália de Oliveira/Assessoria de Imprensa Agrovenki
Crédito das fotos: Divulgação

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