Mercado do algodão andando de lado

Desvalorização externa e maior oferta no Brasil pressionam cotações do algodão.
Share on whatsapp
Compartilhe no WhatsApp
Share on facebook
Share on linkedin
Share on email
Share on telegram
Mercado do algodão andando de lado
Atraso na colheita reflete nas exportações. Enquanto isso, a commodity anda de lado no mercado – Foto: Amipa/Divulgação
Áudio

Os preços da pluma seguem em queda no Brasil, influenciados pelo aumento da oferta no spot nacional e também por desvalorizações externas. Mesmo assim, a liquidez não é expressiva, o que pode estar atrelado às oscilações do dólar nos últimos dias.

Segundo colaboradores do Cepea, compradores vêm pressionando os valores pagos por novos lotes, sinalizando dificuldades em repassar os atuais custos para os produtos manufaturados. Alguns vendedores, por sua vez, cedem e negociam novos lotes a preços ligeiramente menores, enquanto outros se voltam ao beneficiamento e também se atentam aos dados sobre oferta e demanda mundial.

Entre 6 e 13 de setembro, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou 1%, fechando a R$ 5,2903/lp na terça-feira, 14. Na parcial de setembro (até o dia 14), o Indicador acumula baixa de 1,2%.

Atraso na colheita reflete nas exportações

De acordo com o Relatório Abrapa de Safra de setembro, a colheita do algodão ciclo 2020/2021 ainda não foi concluída, mas está próxima. Até a última sexta-feira (10 de setembro), 97% haviam sido colhidos, de acordo com o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato. Os números finais devem ser divulgados na semana que vem pelas associações estaduais.

Fonte: Cepea/Abrapa
Foto: Amipa/Divulgação

Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil

Relacionadas

Veja também

Intitulado de SONDA, a nova solução da empresa combate as principais plantas daninhas que afetam a produtividade na lavoura
Surpreendentemente, carnes fecham o mês de setembro com novo recorde na receita cambial proveniente de exportações de carne bovina.
O presidente institucional da Abramilho, Cesario Ramalho, avaliou, em entrevista para o “Valor”, o cenário para safra verão 2021/22.
Entre eles, o etanol como uma das pontes para a nova era da mobilidade sustentável.