Feijão tipo exportação Mungo Verde é apresentado pela IAC

2 de maio de 2022

A primeira cultivar de feijão Mungo Verde da IAC foi apresentada durante a realização da Agrishow
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Feijão tipo exportação Mungo Verde é apresentado pela IAC
Feijão possui um perfil mais rustico sendo direcionada para os mercados da China e Índia – Foto: Divulgação/SAA

A Agrishow 2022, encerrada na sexta, 29, contou com a participação da primeira cultivar de feijão tipo exportação Mungo Verde do Instituto Agronômico (IAC). De perfil rústico, consumido como moyashi, essa classe de feijão é direcionada principalmente aos mercados da China e da Índia.

O pesquisador científico do IAC e diretor do Centro de Grãos e Fibras, Alisson Fernando Chiorato, explica que a cultivar IAC VR211 foi desenvolvida com a intenção de criar opções de cultivos para os agricultores, principalmente do Mato Grosso, onde é muito produzido. “É uma espécie completamente diferente do feijão comum, mais rústica e resistente contra pragas e doenças”, revela.

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O grão será direcionado para mercados da China e Índia – Foto: Divulgação/SAA

Ainda segundo o pesquisador, a produção do feijão do tipo Mungo Verde no Brasil é, basicamente, para a exportação. “O IAC está bem engajado no melhoramento dessa espécie, que tem apresentado alto rendimento produtivo”, afirma, descrevendo o grão como bem pequeno e de cor verde. 

Esse trabalho envolve um outro segmento do Programa de melhoramento do Feijoeiro mantido pelo IAC e visa atender um nicho de mercado, onde o produto tem valor agregado por atender mercados específicos. “É novo dentro do nosso programa de melhoramento genético de feijão no IAC”, diz Chiorato.  Os contatos com empresas que irão iniciar a multiplicação de sementes dessa cultivar estão em andamento.

Feijão, amendoim e outras espécies

No estande da Agrishow, também foram apresentadas outras cultivares – seis de feijão e nove de amendoim -, além de espécies de plantas forrageiras e grãos.

Segundo Chiorato, os lançamentos foram apresentados na feira atendem diferentes nichos de mercado, com enfoque na qualidade. “Esse é o carro-chefe do IAC. A diversificação tem o objetivo de gerar novas opções de cultivo para o agricultor, visando alternativas na produção”, ressalta.  

Fonte: Assessoria/IAC

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