Engepesca projeta um 2022 positivo para a aquicultura

13 de fevereiro de 2022

Engepesca projeta um 2022 positivo para a aquicultura
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Engepesca projeta um 2022 positivo para a aquicultura

Além disso, o mercado brasileiro de peixe vem se transformando a olhos vistos nos últimos anos. A partir do encontro da espécie de cultivo ideal, que atualmente é a tilápia, passamos a ganhar destaque até mesmo no exterior, crescendo muito em exportações.

Cada vez mais a criação de tilápia cresce e o Brasil vive um momento de intensa industrialização, com investimentos vultosos em genética, nutrição e na verticalização da cadeia.

A perspectiva para 2022 é de melhorar os números que foram registrados em 2021. No ano anterior, teve um crescimento de dois dígitos e alta de 12,50%, atingindo 486.155 toneladas. Este número representa quase 55.000 toneladas a mais em relação ao período anterior.

Além disso, a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR) estima que, neste ano, o setor deve produzir cerca de 520 mil toneladas, volume 10% maior do que no ano passado.

Ou seja, o consumo de peixes está crescendo ainda mais, alavancado também pela alta do preço da carne de gado. O consumo médio do brasileiro fica entre 3 e 4 quilos de tilápia ao ano. Para se ter uma ideia, a FAO recomenda o consumo de 12 quilos de peixe (de um modo geral) por ano.

Outro fator benéfico para os produtores é a questão da saúde, já que os peixes possuem um apelo saudável quando comparado a outras proteínas de origem animal. Conforme a PeixeBR, a demanda interna cresceu mais de 10% ao ano. Ou seja, teremos ainda mais consumo interno na aquicultura em 2022.

A tilápia é um grande destaque pois recebeu muitos investimentos em nutrição e genética, além de apresentar altos rendimentos no aproveitamento da carcaça e na qualidade da carne.

Também possui uma a carne saudável, suave e saborosa, que ajuda a quebrar um preconceito antigo. Com a industrialização, cortes prontos para o preparo evitam outro problema: não é preciso limpar o peixe.

Uma aposta que pode ser realizada na aquicultura brasileira em 2022 está nas espécies nativas. No ano anterior, elas não tiveram um bom desempenho. A participação nacional na produção foi reduzida em 3,20% ou 278.671 toneladas, representando 9.259 toneladas a menos em um ano.

No entanto, o diagnóstico apresentado é de que faltam investimentos dos principais estados produtores, além de dificuldades de logística e problemas de comercialização. Ou seja, para 2022, pode ser um mercado a ser explorado e, se for bem trabalho, ganhar até mesmo no pioneirismo.

2022, o Ano Internacional da Pesca Artesanal e da Aquicultura

De acordo com a Assembleia Geral das Nações Unidas, a pesca e a aquicultura geram mais de 2,8 milhões de empregos diretos e três vezes mais empregos indiretos na América Latina e no Caribe.

Destes números, praticamente 90% estão vinculados à pesca artesanal. Em reconhecimento à importância do setor da piscicultura, a FAO realizou a cerimônia de lançamento do Ano Internacional da Pesca e da Aquicultura Artesanais.

A data se enquadra na Década da Agricultura Familiar das Nações Unidas, iniciada em 2019, em celebrações que visam proporcionar maior visibilidade aos pequenos produtores. O ano de 2022 também deve servir como impulso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.

Nesse sentido, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), possui uma visão de um mundo no qual os pescadores artesanais, piscicultores e demais trabalhadores da pesca sejam totalmente reconhecidos e capacitados.

Desse modo eles podem continuar suas contribuições para o bem-estar humano, sistemas alimentares saudáveis ​​e erradicação da pobreza por meio do uso responsável e sustentável dos recursos pesqueiros e da aquicultura.

Assim, a data especial contará com um grande número de eventos – de exposições a apresentações culturais, concursos, painéis de discussão e conferências – que vão ocorrer em todo o mundo para marcar o Ano Internacional da Pesca Artesanal e Aquicultura.

Ainda segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, existem desafios para serem superados no setor.

A sobrepesca, pesca não regulamentada, questões climáticas e territoriais, busca por melhores condições e direitos dos profissionais que atuam no setor, dentre outros, foram potencializados devido à pandemia de COVID-19, gerando queda de 6,5% na produção pesqueira global.

Aquicultura é com a Engepesca

Se você quer entrar no ramo da aquicultura ou aperfeiçoar a sua produção de peixes, precisa contar com os melhores equipamentos disponíveis. Isso é garantia de qualidade no seu produto final, bem como no rendimento e na diminuição de perdas.

A Engepesca é a pioneira na fabricação de redes para a aquicultura no Brasil. A empresa foi fundada em 1986, com o objetivo de projetar e construir redes de primeira linha. Desde então demonstramos o comprometimento com a qualidade e a responsabilidade técnica sobre os seus produtos, projetos e serviços.

Atualmente, com mais de 30 anos de experiência, temos clientes em todos os estados do Brasil e no exterior.

Para o expoente das espécies de peixes, a tilápia, temos a TilápiaNet, que é uma rede modelo e marca registrada da Engepesca. Foi criada para a captura de tilápias, carpas e outras espécies que costumam saltar muito.

Ela foi desenvolvida e aprimorada junto a produtores de todo Brasil. Esta rede tem cinco alturas e uma grande bolsa que assegura uma boa aderência ao fundo, além de uma montagem diferenciada.

Fonte: Engepesca

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