O Queijo do Marajó da Fazenda São Victor conquistou recentemente mais uma premiação internacional. Trata-se da medalha de “Bronze” na 5ª edição do Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, que foi realizado de 12 a 14 de setembro na cidade de Tours, na França. A queijaria, localizada em Salvaterra, no Marajó/PA, e de propriedade de Marcus e Cecília Pinheiros, já havia conquistados a medalha de “Prata” no ano de 2019.
Neste ano, 900 queijos de 46 países diferentes foram avaliados durante o Mondial du Fromage et des Produits Laitiers. Entre eles, o queijo do Marajó da Fazenda São Victor provou ser uma iguaria de qualidade, sabor único e, ainda, com um gigantesco potencial de crescimento.
“Mesmo em meio a tantas turbulências que aconteceram no ano passado e neste ano, ainda conseguimos conquistar essa medalha para o nosso Estado do Pará e, principalmente, para a Ilha do Marajó. Estamos imensamente felizes”, disse Marcus e Cecília Pinheiro. “Esperamos trazer ainda mais títulos importantes como esse para o nosso Estado e assim ajudar a construir um legado em prol da categoria”.

Sobre a Fazenda São Victor
A história da Fazenda São Victor começou em 2000, depois que Marcus retornou de um período estudando agrobusiness nos Estados Unidos e, assim, se sentiu preparado para começar a sua própria criação de búfalas leiteiras em Salvaterra. Seis anos depois, em 2006, já ao lado de Cecília, o casal começou a produzir o queijo do Marajó.
Mas vale lembrar que o envolvimento do casal com o queijo do Marajó antecede o início da queijaria da Fazenda São Victor, haja vista que ambos possuem uma descendência muito tradicional de criadores de búfalos na Ilha do Marajó, de mais de 200 anos, seguindo, portanto, uma receita secular.

Ao decorrer desses 15 anos de produção, o queijo do Marajó da Fazenda São Victor ganhou vários prêmios. Entre eles: Prêmio Ouro do Encontro Nacional de Criadores de Búfalo e Marajó Búfalos em 2017; Prêmios Queijo Brasil, sendo Bronze em 2017, Super Ouro em 2018 (com 500 queijos artesanais brasileiras participantes, ficando com o 1º lugar isolado) e Ouro em 2019; e, por fim, o Prêmio Prata e Bronze do Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, na França.
Além disso, o Queijo do Marajó da Fazenda São Victor ainda possui, desde março de 2020, o Selo Arte. Ou seja, um certificado que assegura que o produto foi elaborado de forma artesanal, com receita e processo que possuem características tradicionais, regionais ou culturais. Bem como autoriza que a Fazenda São Victor venda o produto para outros estados. “Fomos pioneiros na região Norte em obter esse Selo de inspeção”, conta o casal.
Já em março deste ano, o queijo do Marajó teve a sua Indicação Geográfica (IG) reconhecida pelo Instituto Nacional de Propriedade (INPI). Uma certificação que tem como objetivo proteger o nome do Queijo de Marajó, que é símbolo da cultura marajoara, reconhecido no Brasil e no exterior. Dessa forma, ninguém fora do território delimitado pelo INPI poderá usar o mesmo nome em um queijo, restringindo o uso aos produtores e prestadores de serviços, de fato, da região.
Instagram: @queijodomarajodafazendasaovictor | Facebook: Queijo do Marajó/ Fazenda São Victor
Fonte: Natália de Oliveira/Assessoria de Imprensa Agrovenki
Crédito das fotos: Divulgação/Queijo do Marajó da Fazenda São Victor
Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil