Foi bastante movimentado o Tour DSM de Confinamento, cujos resultados foram apresentados no dia 4 deste mês, quinta-feira, em São Paulo.
Os índices econômicos e zootécnicos mostraram-se bons: os nove confinamentos visitados e analisados produziram em média 7,44 arrobas em 98 dias, obtendo um retorno sobre o investimento de 23,83% no período.
Para se ter ideia, ao mês, a taxa de retorno foi de 7,33%, bem acima na comparação com outros investimentos no país em 2020.
Participaram nove fazendas confinadoras localizadas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás e Minas Gerais, durante os meses de outubro, novembro e dezembro de 2020.
Os bovinos confinados tiveram avaliados critérios como dias de cocho, peso vivo inicial (Kg e @), ganho de peso por dia (Kg), ganho médio diário de carcaça (Kg), peso vivo final (Kg e @), rendimento de carcaça (%) e arrobas produzidas por animal.
Foram avaliados em 2020, 20.045 bovinos de corte confinados, a maioria machos inteiros anelorados, suplementados com as exclusivas tecnologias da DSM, como Minerais Tortuga, Crina®, RumiStar®, e a novidade do ano de passado, o Hy-D®.
Os bois deram entrada no confinamento com o peso de 13,17 arrobas e saíram com 20,61 arrobas.
O Tour é realizado há seis anos pela empresa de nutrição animal DSM, com o apoio do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), de Piracicaba (SP), e efetua uma avaliação econômica de cada confinamento
Segundo Marcos Baruselli, gerente de categoria Confinamento da DSM, a rentabilidade nos confinamentos foi a maior dos seis anos que o Tour é promovido. Ele mostra os números “Em 2015, a taxa de lucro foi de 8,23%; em 2016, caiu para um retorno de 5,57%; em 2017, a taxa vai para 9,72%; em 2018, recua para 7,72% e em 2019, a taxa foi de 12,92%, a maior, até então.
Ele observa que, desde 2015, esses confinamentos geraram lucros.
Baruselli acredita que o preço da arroba a mais de R$ 300 atualmente deve incentivar os confinadores a fechar mais bois em 2021.
Por Equipe MAB