IBEqui avança na atualização do ‘Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo’

A nova revisão é desenvolvida em parceria com a Frente Parlamentar do Agronegócio Paulista e a Esalq/USP
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Itamar Borges e Manuel Rossito
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Quanto o setor de equídeos vem crescendo nos últimos anos? Quais as suas reais dimensões dentro do agronegócio nacional? São essas as perguntas que o novo ‘Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo’ irá responder. A revisão proposta pelo Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui), é desenvolvida em parceria com a Frente Parlamentar do Agronegócio Paulista e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

De acordo com Manuel Rossitto, presidente da Junta Administrativa do IBEqui, um grupo de trabalho, coordenado pelo professor Roberto Arruda (Esalq/USP) e composto por pesquisadores e profissionais do setor, atua no desenvolvimento do estudo: Aluisio Marins (UC), Claudia Leschonski (UC), Fernanda Godoi (UFRRJ) e Orlando Filho (IBEqui). Uma das novidades da revisão do IBEqui é a inclusão de informações sobre asininos e muares. A última edição traz apenas dados referentes aos equinos.

“Os negócios envolvendo esses animais representam grande potencial e importância para o agronegócio da equideocultura”, destacou Rossitto. Na última semana, o presidente se reuniu com o deputado estadual Itamar Borges (MDP/SP), no seu gabinete na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, para tratar sobre a atualização do estudo e agradecer pelo empenho para o andamento do trabalho, através da Frente Parlamentar do Agronegócio Paulista, a qual ele preside.

Na ocasião, Manuel Rossitto também enalteceu o apoio do secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Gustavo Junqueira, que incentivou e participou das primeiras tratativas sobre a atualização do ‘Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo’, que não é revisado desde a última edição, publicada no ano de 2016. “A partir dessa importante iniciativa do IBEqui, revelaremos a atual e verdadeira amplitude econômica e social desta atividade do agronegócio”, frisou Itamar Borges.

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