33% de empresa brasileira é adquirida pela Bunge

Bunge disse, em nota, que "esta transação contribuirá para a capacidade de originação de grãos". A nova aquisição é uma empresa especializada em insumos agrícolas
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33% de empresa brasileira é adquirida pela Bunge
A participação da Bunge deverá contribuir para a Sinagro em diversas frentes – Foto: Divulgação/Bonge

A Bunge, multinacional que trabalha no processamento de sementes oleaginosas e na produção e fornecimento de óleos e gorduras vegetais especiais, anunciou em 19 de janeiro, à noite, que vai adquirir participação de 33% na Sinagro, revendedora de grãos e produtos agrícolas, com relevante atuação na região do Cerrado. O valor da transação não foi informado.

Com 20 anos de atuação, a Sinagro tem 30 unidades, entre lojas e armazéns. Estrategicamente posicionada em relação a fornecedores, agricultores e clientes finais, está presente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Tocantins, Pará e Minas Gerais. Conforme informado no site da empresa, no fim de junho de 2015, foi oficializada a aliança com a UPL, a maior companhia de agroquímicos da Índia.

O vice-presidente de Agronegócios da Bunge, Rossano de Angelis Junior, disse em nota que “esta transação contribuirá para a capacidade de originação de grãos da Bunge e para seu acesso aos produtores da região. Além disso, como a Sinagro já utiliza os mesmos critérios socioambientais para avaliação de fornecedores que a Bunge, está alinhada à nossa visão global de ser o parceiro preferencial em soluções sustentáveis para oleaginosas, commodities e ingredientes relacionados, tanto para agricultores quanto para clientes finais”.

“A participação da Bunge deverá contribuir para a Sinagro em diversas frentes. Além de sua expertise em originação, logística e gestão de riscos, a Bunge tem uma reputação global destacada e uma forte presença no agronegócio brasileiro, que aliada à UPL fortalecerá as bases da Sinagro. Além disso, esta transação vai acelerar o plano de expansão da Sinagro, que é, afinal, o principal objetivo”, afirma também na nota o CEO da UPL Brasil, Rogério Castro.

O negócio está sujeito à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Fonte: Canal Rural

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