O agronegócio brasileiro se supera ano após ano. Tanto que, de acordo com um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o país se consolidou neste ano de 2021 como o 4º maior produtor de grãos (arroz, cevada, soja, milho e trigo) do mundo. Dessa forma, o Brasil encontra-se atrás apenas da China, dos Estados Unidos e da Índia, sendo responsável por 7,8% da produção mundial.
Vale destacar, portanto, que essa conquista foi resultado dos recordes atingidos pelo setor em 2020. Afinal, mesmo em meio à crise sanitária da Covid-19, o desempenho do agronegócio brasileiro foi surpreendente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra alcançou a marca de 254,1 milhões de toneladas, número que o órgão federal espera ser superado neste ano de 2021.
Um setor gigante pela própria natureza, mas a pergunta que fica: você sabe, de fato, como funciona o agronegócio brasileiro? Basicamente, consiste em um setor que se refere a todas as atividades econômicas relacionadas a cadeia agropecuária, que pode ser dividida em três níveis; no primeiro deles, estão os produtores rurais; no segundo, empresas que fornecem insumos, como defensivos, máquinas, sementes e equipamentos; e, por último, no terceiro nível está a cadeia de distribuição, que leva os produtos até a mesa do consumidor.

Exemplos de empresas que atuam no agronegócio brasileiro
Dentre as empresas que atuam no setor, temos como exemplo a Quimisa, que – entre a sua ampla atuação como uma empresa especializada no desenvolvimento, fabricação, comercialização e distribuição de produtos químicos – fornece enxofre pecuário fracionado para fábricas de rações, sal mineral, concentrados e produtores rurais.
Gilvane Steiger, gerente de vendas da Quimisa, explica que esse enxofre fracionado disponibilizado pela empresa é utilizado no enriquecimento da alimentação animal. “Sendo ele um componente essencial das proteínas, ele é ofertado na dieta de ruminantes auxiliando no ganho de peso, na alimentação de bactérias do rúmen, auxilia na fermentação e ajuda no controle do carrapato”.
Assim, a Quimisa trabalha de acordo com a necessidade e volume que o cliente necessita. “É um trabalho de grande importância para nós da Quimisa, pois como o enxofre é comercializado de forma fracionada possibilita atingir os mais diversos tipos de clientes: grandes, médios e pequenos, do empresário que fabrica rações e sal mineral ao pecuarista que utiliza para enriquecer a dieta dos seus animais, podendo ser ofertado juntamente a um pacote de produtos para o segmento de nutrição animal”, acrescenta o gerente de vendas.
Por fim, vale destacar que para fornecer de forma fracionada o enxofre pecuário aos seus clientes, a Quimisa adquire o produto da Carbotex, empresa líder de mercado quando o assunto é enxofre para o agronegócio. “Optamos pela Carbotex pela tradição, qualidade e confiabilidade que ela nos oferece”, finaliza Steiger.

Mercado gigante e que pode ser ainda maior!
Apesar da grande relevância de ambas empresas para o agronegócio brasileiro, é importante citar que trata-se de um mercado gigante. Tanto que representa um componente imprescindível para a saúde da economia do país. Para se ter ideia, em 2020, o setor registrou a maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) da sua história, com 26,6% do total, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
E tem mais: 48% de tudo aquilo que é exportado para outros países tem origem no agronegócio. No ano passado, isso representou US$ 100,81 bilhões (mais de R$ 520 bilhões) na balança comercial brasileira. E há quem aposte que, até 2050, esses números aumentem significativamente, a ponto do Brasil se tornar líder mundial na produção de alimento, gerando ainda mais oportunidades de negócios para todos.
Por Natália de Oliveira/Agrovenki
Crédito das fotos: Divulgação
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