Agronegócio será prejudicado sem pesquisas na Ciência

14 de outubro de 2021

Corte na Ciência traz riscos à pesquisa agrícola e consequentemente ao agro, alerta Abramilho.
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“Somente a Ciência será capaz de mudar a lógica atual de que uma árvore em pé vale menos do que uma derrubada”, disse Alysson Paolinelli.

Agricultura brasileira se transformou em uma das mais avançadas e competitivas do mundo graças aos investimentos na Ciência com foco em novas descobertas para gerar seu máximo desenvolvimento. A falta de recursos pode prejudicar esse avanço, que vem contribuindo para o seu reconhecimento como uma das potências mundiais no Agronegócio.

Corte na Ciência traz riscos à pesquisa agrícola e consequentemente ao agro, alerta Abramilho.
A Abramilho critica aprovação de projeto pelo Congresso Nacional, a pedido do Executivo, que prevê o corte de R$ 600 milhões nos recursos previstos para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

De acordo com o presidente institucional da entidade, Cesario Ramalho, a agricultura brasileira se transformou em uma das mais avançadas e competitivas do mundo graças, sobretudo aos investimentos feitos na Ciência.

“Foi a combinação de Ciência, recursos naturais, crédito e talento e trabalho do produtor rural, que viabilizou o pacote de inovações tecnológicas, que culminou no desenvolvimento do modelo de agricultura tropical sustentável de maior sucesso no planeta”, ressalta Ramalho, acrescentando que “somente novos achados científicos manterão o protagonismo da agricultura nacional”.

Segundo Ramalho, o brasileiro indicado ao Nobel da Paz 2021, Alysson Paolinelli, maior representante da agricultura nacional hoje, construiu sua jornada exatamente ancorado na Ciência aplicada à agricultura e disse recentemente: “somente a Ciência será capaz de mudar a lógica atual de que uma árvore em pé vale menos do que uma derrubada”.

Fonte: Abramilho

Crédito: Divulgação Abramilho

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