Agro é o único setor que registra alta no número de empregos

Levantamento do IBGE mostra que o número de vagas no agro teve um aumento de 6,50% em comparação com o mesmo trimestre do ano passado
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A agropecuária foi o único setor que registrou alta no número de vagas de trabalho no período de fevereiro a abril de 2021. O resultado positivo para o mercado de empregos faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), divulgada dia 30 de junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

 O levantamento mostra que o número de vagas no agro teve um aumento de 6,50% (532.000 pessoas ocupadas), na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. 

Na pesquisa também foram considerados os segmentos de pecuária, aquicultura, pesca e produção florestal. Em abril, o número total de ocupados no setor somava 8. 698 milhões de trabalhadores. 

Segundo o IBGE, no contexto geral, a população ocupada no trimestre de fevereiro, março e abril ficou em 85.9 milhões de pessoas, número estável em relação ao trimestre móvel anterior, mas com queda de 3,70% em relação ao mesmo trimestre de 2020. 

Já a taxa de desemprego manteve recorde de 14,70%, com alta de 0,40% em relação ao trimestre de novembro de 2020 a janeiro de 2021 (14,20%) e elevação de 2,10% em comparação ao mesmo trimestre de 2020. 

A população desocupada somou 14.8 milhões de pessoas, com crescimento de 3,40% em relação ao trimestre de novembro de 2020 a janeiro de 2021, e subiu 15,20% (mais 1.9 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre móvel do ano anterior (12.8 milhões de pessoas). 

Segmentos de empregos

Em comparação ao período de fevereiro a abril de 2020, houve quedas em seis segmentos: indústria geral (- 4,30%, ou menos 497.000 pessoas), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (- 6,70%, ou menos 1.1 milhão de pessoas), transporte, armazenagem e correio (- 8,30%, ou menos 393.000 pessoas), alojamento e alimentação (- 17,70%, ou menos 871.000 pessoas), outros serviços (- 13,90%, ou menos 660.000 pessoas) e serviços domésticos (- 10,10%, ou menos 562.000 pessoas). 

Fontes: IBGE/Agrolink
Crédito da foto: Divulgação

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