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Agricultura Familiar no Tocantins

Baseada no conceito do associativismo, a iniciativa já movimentou mais de R$ 1 milhão, garantiu a entrega de 228 toneladas de alimentos e beneficiou 6.500 pessoas
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Um programa de Agricultura Familiar tem sido destaque em prêmios de inovação no Brasil e no exterior. Desenvolvido pela empresa ENGIE, o projeto “Inovação no Reassentamento de Comunidades: o caso da Usina Hidrelétrica São Salvador”, localizado no rio Tocantins, sul do estado do Tocantins, foi premiado na Conferência ANPEI, um dos maiores eventos de inovação multissetorial do País. O projeto também foi um dos finalistas brasileiros do Innovation Trophies, competição interna global do grupo ENGIE, realizada em Paris, na França, e que visa premiar ideias inovadoras.

Composto por famílias realocadas devido à implantação da Usina Hidroelétrica São Salvador, que começou a operar em 2009, e apoiado no conceito do associativismo, o projeto alcançou ótimos resultados, melhorando, inclusive, a qualidade de vida dos grupos familiares que dele fazem parte. “Historicamente, essas famílias praticavam uma agricultura de subsistência, sem o conceito de associativismo, que era algo distante”, comenta Adriano Baldissera, analista ambiental da ENGIE na Hidrelétrica São Salvador e um dos idealizadores do projeto.

Com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), o programa que une o trabalho de pessoas comuns e a estratégia de uma grande empresa ajudou a criar um ambiente mais favorável para esses produtores rurais, criando a primeira associação de famílias reassentadas do Brasil, a AFAP-Tocantins – inicialmente formada por 12 famílias, posteriormente aberta à comunidade e que atualmente já conta com a participação de 69 grupos familiares. Com esse projeto, a ENGIE contribui para o ODS 11 de cidades e comunidades sustentáveis, com o intuito de tornar localidades e assentamentos humanos inclusivos mais seguros.

Com a criação da associação, foi possível criar um fortalecimento da sociedade, tendo a ENGIE como elo para a realização de diversas parcerias, uma delas com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Por meio da entidade, a AFAP aderiu ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Agricultura Familiar do Governo. “Além da segurança alimentar, o excedente de produção gerou uma renda extra de R$ 800 por mês, melhorando significativamente a qualidade de vida da comunidade”, destaca Baldissera.

A associação celebrou cinco contratos, que somam mais de R$ 1 milhão e beneficiam 6.500 pessoas, e conseguiu captar recursos para a compra de equipamentos no valor de R$ 47 mil para melhorar a produção e comercialização dos alimentos. Com o apoio da ENGIE, foram criadas outras sete associações formadas por coletores de resíduos, produtores de leite e um grupo de apoio ao desenvolvimento social. “Esses dados reforçam a assertividade das políticas e ações de responsabilidade social da Companhia, gerando oportunidades e consolidando o relacionamento, desenvolvimento e a parceria com as comunidades locais”, ressalta Eduardo Sattamini, diretor-presidente e diretor de Relacionamento com Investidores da ENGIE Brasil Energia. Os contratos celebrados com a CONAB garantiram a entrega de 228 toneladas de alimentos para crianças e idosos em situação de vulnerabilidade, em uma região que conta com uma média de renda abaixo de um salário-mínimo. 

O advento do associativismo e da agricultura sustentável criou condições necessárias para proporcionar melhorias na qualidade de vida das famílias, aumentando, por exemplo, a sua renda, a sua segurança alimentar e ainda possibilitou um aumento na diversidade de produtos comercializados e consumidos na região. “Com isso, as famílias, que praticavam agricultura de subsistência, começaram a ter um excedente de produção, conquistaram uma renda mensal extra, seus filhos passaram a ter acesso à educação profissionalizante”, enfatiza Baldissera. 

O projeto foi tão bem sucedido que a ENGIE avalia levá-lo para comunidades de outras usinas hidrelétricas. “A empresa desenvolve projetos e programas sociais, culturais e ambientais que possam servir como legado para as gerações futuras. As comunidades do entorno dos nossos empreendimentos são um público fundamental de relacionamento, com o qual a ENGIE busca permanentemente ampliar o diálogo e contribuir para o desenvolvimento local sustentável”, completa Eduardo Sattamini.

Fonte: Assessoria ENGIE

Composto por famílias realocadas devido à implantação da Usina Hidroelétrica São Salvador, que começou a operar em 2009, e apoiado no conceito do associativismo, o projeto alcançou ótimos resultados, melhorando, inclusive, a qualidade de vida dos grupos familiares que dele fazem parte. “Historicamente, essas famílias praticavam uma agricultura de subsistência, sem o conceito de associativismo, que era algo distante”, comenta Adriano Baldissera, analista ambiental da ENGIE na Hidrelétrica São Salvador e um dos idealizadores do projeto.

Com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), o programa que une o trabalho de pessoas comuns e a estratégia de uma grande empresa ajudou a criar um ambiente mais favorável para esses produtores rurais, criando a primeira associação de famílias reassentadas do Brasil, a AFAP-Tocantins – inicialmente formada por 12 famílias, posteriormente aberta à comunidade e que atualmente já conta com a participação de 69 grupos familiares. Com esse projeto, a ENGIE contribui para o ODS 11 de cidades e comunidades sustentáveis, com o intuito de tornar localidades e assentamentos humanos inclusivos mais seguros.

Com a criação da associação, foi possível criar um fortalecimento da sociedade, tendo a ENGIE como elo para a realização de diversas parcerias, uma delas com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Por meio da entidade, a AFAP aderiu ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Agricultura Familiar do Governo. “Além da segurança alimentar, o excedente de produção gerou uma renda extra de R$ 800 por mês, melhorando significativamente a qualidade de vida da comunidade”, destaca Baldissera.

A associação celebrou cinco contratos, que somam mais de R$ 1 milhão e beneficiam 6.500 pessoas, e conseguiu captar recursos para a compra de equipamentos no valor de R$ 47 mil para melhorar a produção e comercialização dos alimentos. Com o apoio da ENGIE, foram criadas outras sete associações formadas por coletores de resíduos, produtores de leite e um grupo de apoio ao desenvolvimento social. “Esses dados reforçam a assertividade das políticas e ações de responsabilidade social da Companhia, gerando oportunidades e consolidando o relacionamento, desenvolvimento e a parceria com as comunidades locais”, ressalta Eduardo Sattamini, diretor-presidente e diretor de Relacionamento com Investidores da ENGIE Brasil Energia. Os contratos celebrados com a CONAB garantiram a entrega de 228 toneladas de alimentos para crianças e idosos em situação de vulnerabilidade, em uma região que conta com uma média de renda abaixo de um salário-mínimo. 

O advento do associativismo e da agricultura sustentável criou condições necessárias para proporcionar melhorias na qualidade de vida das famílias, aumentando, por exemplo, a sua renda, a sua segurança alimentar e ainda possibilitou um aumento na diversidade de produtos comercializados e consumidos na região. “Com isso, as famílias, que praticavam agricultura de subsistência, começaram a ter um excedente de produção, conquistaram uma renda mensal extra, seus filhos passaram a ter acesso à educação profissionalizante”, enfatiza Baldissera. 

O projeto foi tão bem sucedido que a ENGIE avalia levá-lo para comunidades de outras usinas hidrelétricas. “A empresa desenvolve projetos e programas sociais, culturais e ambientais que possam servir como legado para as gerações futuras. As comunidades do entorno dos nossos empreendimentos são um público fundamental de relacionamento, com o qual a ENGIE busca permanentemente ampliar o diálogo e contribuir para o desenvolvimento local sustentável”, completa Eduardo Sattamini.

Fonte: Assessoria ENGIE