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O que está na mesa sobre redução de juros para Plano Safra 2020/2021?

Tudo indica que haverá redução, o que ‘está na mesa’ é o seguinte: Pronaf, com taxa agora de 4,6% , passará para 3 a 4% , para médios produtores. Para a taxa em vigor, 6%, deve ser apresentada a taxa de 5,25%, para médios produtores; e os demais produtores, que pagam hoje 8% ao ano, devem pagar 6,5% ao ano. Vamos lembrar que a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina já disse que o volume de recursos para esse ciclo 20/21 deve ser igual ao anterior.
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Tudo indica que haverá redução, o que ‘está na mesa’ é o seguinte: Pronaf, com taxa agora de 4,6% , passará para 3 a 4% , para médios produtores. Para a taxa em vigor, 6%, deve ser apresentada a taxa de 5,25%, para médios produtores; e os demais produtores, que pagam hoje 8% ao ano, devem pagar 6,5% ao ano. Vamos lembrar que a Ministra da Agricultura, Tereza Cristina já disse que o volume de recursos para esse ciclo 20/21 deve ser igual ao anterior. Deve ter espaço ainda para batalhar recurso adicional, e se isso foi conseguido, se atingirem essa expectativa, pode haver uma reversão, ou seja, uma taxa de juros um pouco menor do que estas mencionadas, ou ainda um volume para financiar safra maior para algumas linhas. Nesse momento este é o desenho do Plano Safra 20/21, porém, existem alguns ajustes finos que estão sendo feitos agora.
Em reunião ministerial realizada em 22 de abril, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, pediu ao presidente Bolsonaro a diminuição da taxa para o Agro. “O que precisamos é baixar o juro, a agricultura não aguenta 9% de juro, é muito alto para ela”.
Verifica-se, que para as taxas de juros caírem, será preciso aumentar a participação dos bancos privados. E neste contexto, no dia 29/05, saía a matéria no Canal Rural dizendo: Corte de 25% na taxa de juros não será atendido pela Economia, explicando que a redução solicitada pelo Ministério da Agricultura não obteve aprovação da Economia, mas fontes confirmam baixa nas taxas para o próximo Plano Safra.
A fonte ligada à pasta da Agricultura expôs que os bancos não têm flexibilizado os entendimentos sobre os Custos Administrativos e Tributários (CAT), que impactam o valor das taxas aplicadas aos produtores rurais no fechamento dos contratos em agências.
Já no dia 3 de junho, o ex-secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura e comentarista do Canal Rural, Ivan Wedekin, afirmou que o governo ‘tem espaço para ser mais agressivo no corte de juros no Plano Safra’. Ele diz que, caso essas taxas se confirmem, há espaço para o governo reduzir esse volume.