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Prosperidade econômica depende da conservação dos oceanos

24 de novembro de 2023

O documento sublinha a necessidade do envolvimento corporativo para enfrentar esses desafios
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Prosperidade econômica depende da conservação dos oceanos

O professor Hugo Tadeu, diretor do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, destaca que a pesquisa em parceria com a Meta visa avaliar o nível de maturidade em inovação das empresas brasileiras e oferecer direcionamentos para o crescimento, especialmente para a prosperidade econômica do Brasil.

O levantamento, direcionado a líderes e executivos do agronegócio, proporciona acesso a conteúdos exclusivos e encontros para discutir os principais insights do setor. A confidencialidade das organizações participantes é garantida, e os dados são analisados de forma anônima e estatística, sem divulgação de detalhes individuais.

O relatório destaca a relação crucial entre o oceano e o clima, ressaltando o papel fundamental do oceano como amortecedor das mudanças climáticas ao sequestrar carbono e mitigar eventos extremos. Contudo, salienta que as mudanças climáticas contribuem para o aumento do nível do mar, ressacas mais amplas, acidificação e aquecimento da água, impactando a biodiversidade, serviços ecossistêmicos e o bem-estar humano.

O documento sublinha a necessidade do envolvimento corporativo para enfrentar esses desafios, observando que parte do empresariado brasileiro percebe o oceano primariamente como fonte de recursos, considerando a conservação como um obstáculo ao desenvolvimento. A Amazônia Azul, com 5,7 milhões de km² e representando dois terços do território continental, é reconhecida como uma região marinha crucial, caracterizada por alta biodiversidade e uma variedade de habitats.

“Em meio à crise ambiental mundial percebemos que nossa civilização está errando em vários aspectos. Nós perdemos o contato com o mundo natural e precisamos reaprender o respeito à natureza com aqueles que ainda detêm essa sabedoria em sua cultura e em suas práticas. Povos indígenas e comunidades tradicionais são direta e imediatamente afetados por impactos de degradação ambiental e por isso fazem parte da solução”, alerta Beatrice Padovani, professora de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e uma das coordenadoras do diagnóstico.

Por: Agrolink

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