Mas, felizmente, podem contar com mecanismos de apoio a produção leiteira, mantidos com recursos do governo do estado de Rondônia. No último ano o fundo Proleite, fonte de recursos pública financiadora das políticas públicas voltadas para a pecuária leiteira, comprou 80 mil toneladas de calcário.
Além disso, investiu mais de 15 milhões na compra de dezenas de máquinas e equipamentos que foram postos à disposição de associações e prefeituras municipais para atendimento coletivo dos produtores.
Na gestão do governador Marcos Rocha, a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), que é a gestora do fundo Proleite, tem priorizado políticas públicas de incentivo à produção leiteira, através da compra de máquinas ensiladeiras, distribuidores de calcário, enfardadeiras, além da aquisição de calcário, tratores e implementos de preparo do solo para a produção de forragens.
Esforços do governo de Rondônia
Este esforço do governo chega aos produtores através da assistência técnica da Emater-RO, que elabora os projetos técnicos para compra dos equipamentos e insumos agrícolas e orienta práticas e procedimentos de melhoria da produção rural.
Através dos projetos inseminar e do crédito rural muitos produtores conseguiram melhorar a genética do rebanho, no entanto, não basta ter animais produtivos, é preciso oferecer nutrição de qualidade para que se consiga produtividade de leite constante o ano todo, e vencer o desafio imposto pela pequena margem de lucro obtido por litro de leite.
O diretor técnico da Emater-RO Anderson Kull informa que em todos os escritórios da Emater-RO, nos municípios e distritos, foram implantadas unidades de demonstração para divulgar a variedade de capim forrageiro de alto rendimento, lançado pela Embrapa com o nome de BRS Capiaçu.
Os produtores além de conhecer a nova espécie de forrageira, podem adquirir mudas para fazer seus próprios canteiros de multiplicação de mudas, e aqueles criadores de gado de leite que queiram uma quantidade maior de mudas, podem procurar o centro de treinamento da Emater-RO em Ouro Preto, onde foi instalado uma grande área de cultivo do Capiaçu.
O Capiaçu é um tipo de capim elefante que alcança mais de quatro metros de altura em apenas 120 dias e produz um volume de massa superior a 50 toneladas por hectare, possui ótimo valor nutricional e pode ser usado fresco no cocho ou na forma de silagem.
Fonte: Emater-RO
Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil