Search
Close this search box.

Produtores de cacau se dedicam à produção de chocolates finos em Novo Repartimento no Pará

13 de novembro de 2023

Em meio à floresta amazônica, um grupo de agricultores familiares encontrou na produção de chocolates finos uma forma de valorizar o cacau nativo e gerar renda
Compartilhe no WhatsApp
Produtores de cacau: produção de chocolates finos no Pará

Os produtores de cacau fazem parte da Cooperativa dos Produtores de Cacau e Chocolate do Sudeste do Pará (Coopcasul), que reúne cerca de 80 famílias de Novo Repartimento, no sudeste do estado.

Cacau no Pará

A cooperativa foi criada em 2017, com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que ofereceu capacitação técnica e gerencial aos produtores. Desde então, eles vêm aprimorando o cultivo do cacau, o beneficiamento das amêndoas e a fabricação dos chocolates, que são vendidos em feiras, lojas e pela internet.

Os chocolates da Coopcasul são produzidos com cacau fino, que tem alto teor de manteiga e aroma diferenciado. Eles são elaborados com ingredientes naturais, sem adição de conservantes ou aromatizantes artificiais. Além disso, os produtores seguem os princípios da agroecologia, respeitando o meio ambiente e a cultura local.

Os sabores dos chocolates variam de acordo com as frutas, castanhas e especiarias da região, como cupuaçu, açaí, castanha-do-pará, pimenta e cumaru. Há também opções de chocolate ao leite, meio amargo e branco. Os preços variam de R$ 10 a R$ 25 a barra de 100 gramas.

Os produtores da Coopcasul têm orgulho de mostrar a qualidade e a diversidade do cacau e do chocolate paraense. Eles esperam que o seu trabalho contribua para o desenvolvimento sustentável da região e para a valorização da cultura cacaueira.

Por Agrovenki

Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil

Relacionadas

Veja também

Exportações do agronegócio cresceram 14,8% em janeiro
Produzido a partir de dados do Caged, o levantamento mostra que as atividades que envolvem a colheita da laranja foram responsáveis por 54.232 contratações
Com maior disponibilidade de lavouras, produtores visam se capitalizar e/ou adiantar a colheita, comparativamente ao padrão sazonal de anos anteriores.
Em uma análise recente divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as projeções apontam para um futuro promissor para o agronegócio brasileiro, especialmente para o setor de milho.