Search
Close this search box.

Plano Safra 2024/25: armazenagem precisava de valores mais robustos, diz Abag

5 de julho de 2024

Houve redução em programas importantes, como na linha de financiamento para armazenagem
Compartilhe no WhatsApp
Plano Safra 2024/25: armazenagem precisava de valores mais robustos, diz Abag

O diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Francisco Matturro, avaliou que o Plano Safra 2024/25 apresenta cortes significativos em programas cruciais para o setor agrícola. Entre as principais preocupações, Matturro mencionou a escassez de recursos para armazenagem.

“Houve redução em programas importantes, como na linha de financiamento para armazenagem, setor em que o Brasil enfrenta um déficit nominal de 124 milhões de toneladas. Isso é um grande problema para o País”, afirmou Matturro.

O diretor da Abag considerou que os juros anunciados estão em linha com a taxa Selic atual, e reconheceu que o governo federal alocou um volume significativo de subvenção dos juros do crédito rural. O Tesouro vai participar com R$ 16,3 bilhões em subvenção no Plano Safra 2024/25, valor 19,8% superior ao destinado na temporada passada, de R$ 13,6 bilhões.

Maturro criticou o que entende como falta de alinhamento do Plano Safra com o crescimento constante da agricultura brasileira. O diretor da Abag disse que esperava um Plano Safra mais robusto, em resposta aos desafios enfrentados pelo setor agrícola no País. “A agricultura brasileira cresce todo ano, ou quase todo ano. Este ano tivemos alguma perda mais localizada devido à seca. De qualquer forma, é um Plano Safra possível. Não é o melhor, não é o que a gente esperava”, concluiu.

Por Dinheiro Rural

Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil

Relacionadas

Veja também

Nesses últimos dias, o ritmo de comercialização diminuiu e as cotações domésticas de algodão também recuaram, na contramão dos referenciais externos
Em farelo de soja, a expectativa é de exportação de 2,225 milhões de toneladas, em comparação com 1,869 milhão de toneladas na projeção anterior
O relatório do estudo completo está em fase final de elaboração e deve ser divulgado no começo de setembro.
Orizicultores têm preferido comercializar a matéria-prima no porto de Rio Grande, onde as ofertas para exportação se mantêm mais vantajosas