Perspectivas para terras de quilombolas

CDA contribui com metodologias para avaliação de processos de Regularização Fundiária em áreas quilombolas.
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Territórios quilombolas da Bahia estiveram sob debate de metodologias que irão viabilizar os trabalhos da mesa permanente de proposição, monitoramento e avaliação dos processos para Regularização Fundiária dos territórios. A reunião com representantes dos movimentos quilombolas aconteceu em 19 de outubro, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplan).

A Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), unidade da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), vem contribuindo com as discussões, juntamente com representantes da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), da Coordenação Estadual de Articulação das Comunidades Negras Quilombolas (Cenaq) e de lideranças de comunidades de territórios tradicionais.

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CDA contribui com metodologias para avaliação de processos de Regularização Fundiária em áreas quilombolas

A mesa permanente terá encontros trimestrais e o próximo será realizado no final de novembro com a pauta de composição e homologação da mesa, além de ser decidido o monitoramento das 23 áreas quilombolas que estão em processo de regularização.

Camilla Batista, coordenadora executiva da Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), órgão da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), explica que “a mesa é mais um instrumento de diálogo que teremos com os povos e comunidades tradicionais, atualizando-os sobre os encaminhamentos dos processos. Com este contato estabelecido sistematicamente com representantes das comunidades de todo Estado, será mais fácil solucionarmos juntos os entraves que nos deparamos nesses processos. Esta iniciativa é uma grande conquista para estas comunidades quilombolas históricas”.

Para Maria Bernadete Pacífico Moreira, da comunidade quilombo Pitanga de Palmares, do município de Simões Filho (BA), “essa criação da mesa permanente de proposição e avaliação dos processos de regularização é de suma importância pois é a única maneira que nós teremos de acompanhar esses processos, opinar, dar ideias, conversar. Estamos criando muita expectativa por estarmos dialogando juntos, a mesa vai surtir muito efeito para nós”.

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Maria Bernadete Pacífico Moreira, da comunidade quilombo Pitanga de Palmares, do município de Simões Filho (BA).

Fonte: Bahiater

Crédito: CONAQ

Crédito: Divulgação Bahiater

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