Search
Close this search box.

Mercado de carne bovina se preocupa com casos de Creutzfeldt-Jakob na Bahia

12 de outubro de 2022

Casos de Creutzfeldt-Jakob na Bahia trazem preocupação ao mercado de carne bovina
Compartilhe no WhatsApp
Mercado de carne bovina se preocupa com casos de Creutzfeldt-Jakob na Bahia
A confirmação de óbitos na Bahia por conta da doença de Creutzfeldt-Jakob voltou a trazer preocupação ao mercado brasileiro de carne bovina – Foto: Divulgação Safras

Nesta última segunda (10), o mercado de carne bovina se preocupou com a confirmação de óbitos na Bahia por conta da doença de Creutzfeldt-Jakob.

Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), duas pessoas morreram com a doença de Creutzfeldt-Jakob, causada pela infecção Encefalopatia Espongiforme Transmissível Humana na Bahia, este ano. Outras três pessoas estão infectadas, sendo que duas delas estão hospitalizadas.

Em nota divulgada à Agência SAFRAS, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disse que acompanha o caso e que a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DJC) ocorre, na maioria dos casos, de forma esporádica e tem causa e fonte infecciosas desconhecidas.

O Mapa sinaliza, porém, que os casos registrados na Bahia não têm relação com consumo de carne bovina ou subprodutos contaminados com Encefalite Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como doença da ‘Vaca Louca’.

Mercado de carne bovina

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, a resposta por parte do Mapa foi importante para tranquilizar o mercado. Ele lembra que uma contaminação relacionada ao consumo de carne bovina trouxe inúmeros prejuízos à cadeia no último quadrimestre de 2021, quando casos atípicos de vaca louca foram registrados em bovinos de Mato Grosso e de Minas Gerais.

Fonte: Safras e Mercados

Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil

Relacionadas

Veja também

Nelore e anelorados representam 80% do rebanho bovino nacional. Entidade desenvolve ações de fomento e valorização da raça
Tudo pronto para a realização do 2º Fórum Nacional do Leite, dias 16 e 17 de abril, na sede da Embrapa, em Brasília (DF); organização promete abrangência nas discussões.
O Paraná é o segundo maior produtor de leite do Brasil. Foram 3.626.378 de litros entregues a laticínios em 2023
A marca é a maior desde o início da vacinação obrigatória contra a enfermidade no Estado de São Paulo, em 2002