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Fusões e aquisições do setor de insumos devem reaquecer em 2025

27 de dezembro de 2023

Uma estratégia recente da indústria de insumos tem sido a compra de revendas, que andou mais a passos lentos em 2023
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Fusões e aquisições do setor de insumos
Agro100 é uma das revendas que o Agrogalaxy adquiriu no Paraná — Foto: Globo Rural

As fusões e aquisições de revendas de insumos agropecuários devem se reaquecer a partir de 2025, concentrando mais a cadeia de distribuição no Brasil. Grupos que têm investido no segmento, como Agrogalaxy, Lavoro, Nutrien e Syngenta, representam, atualmente, 15% do varejo. A expectativa é de que a participação dos chamados consolidadores chegue a 60% nos próximos oito anos.

Neste ano, o movimento de consolidação dos revendedores de insumos tem sido mais lento. Entre os motivos, estão as dificuldades de rentabilidade dos grandes players de insumos desde 2022. A crise do varejo no Brasil também respingou nas revendas agropecuárias, explicam executivos. Bancos reduziram o apetite de serem credores do agro no país, abrindo espaço para fintechs.

As fusões e aquisições em 2024 serão cautelosas

Em 2024, os consolidadores ainda devem manter uma postura cautelosa, mas negócios não deixarão de acontecer. “É um caminho sem volta”, reforça o presidente do Agrogalaxy, Welles Pascoal.

O executivo acredita que na próxima década, grande parte das distribuidoras de insumos vai ficar na mão de cerca de 15 grupos. Além da própria companhia – gerida pelo fundo Aqua Capital – estariam a AgroAmazônia, Belagrícola, Marubeni e 3tentos. Empresas estrangeiras também podem apostar nessa estratégia. Fortes candidatas são a Helena Chemical e CHS.

Por Globo Rural:

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