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Exportações de peixes de cultivo crescem neste 1° trimestre

10 de maio de 2024

Exportações de peixes de cultivo chegam a US$ 8,7 milhões e crescem 48% no primeiro trimestre de 2024, veja mais informações a seguir
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Exportações de peixes de cultivo crescem neste 1° trimestre

A piscicultura brasileira iniciou o ano com bom volume de embarques internacionais de peixes de cultivo. Tanto em valor quanto em volume os números são de destaque em comparação ao primeiro trimestre de 2023. De janeiro a março deste ano, a balança comercial apresentou crescimento expressivo de 20% em toneladas embarcadas (2.085 toneladas) e faturamento 48% maior – alcançando US$ 8,7 milhões.

“Viemos de um ano com bom crescimento das exportações e iniciamos 2024 com o resultado ainda melhor, aumentando quase que em 50% em receita nos três primeiros meses de 2023. Esse cenário evidencia um setor em crescimento. Em dez anos, saltamos de 638 mil toneladas/ano produzidas de peixes de cultivo para atingir 887 mil t em 2023. As exportações ainda representam pouco, mas o potencial é gigante”, Francisco Medeiros – Presidente da Peixe BR.

O Informativo do Comércio Exterior da Piscicultura, elaborado pela Embrapa Pesca e Aquicultura em parceria com a Peixe BR, destaca que as 2 mil toneladas de peixes exportados no 1º trimestre deste ano é o maior volume nesse período desde 2020. A tilápia é a espécie mais exportada (95%) e o filé fresco ou refrigerado representou 65% do valor, com US$ 5,6 milhões.

A tilápia foi seguida pelo tambaqui e o bijupirá. A exportação de tilápia apresentou crescimento de 50% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os Estados Unidos seguem sendo o principal destino dos peixes de cultivo do Brasil (89% do total e receita de US$ 7,7 milhões). China, Japão, Colômbia e Canadá, respectivamente, vêm em seguida como mercados importantes. Entre os estados brasileiros, o Paraná segue liderando as exportações de tilápia. O estado foi responsável por 81% da tilápia comercializada no exterior, com US$ 6,7 milhões. Em seguida, vem São Paulo (12%) e Bahia (4%).

Por Agronews

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