Empresas do agro investem em fertilizantes sustentáveis

24 de janeiro de 2024

O projeto visa reduzir a dependência de fertilizantes importados
Compartilhe no WhatsApp
Empresas do agro investem em fertilizantes sustentáveis

Gigantes como a Amaggi, Coopercitrus, Souza e Lucas Participações, Viola Participações e Tecnobeef estão criando uma empresa de fertilizantes sustentáveis. A proposta é oferecer uma alternativa inovadora e responsável e reduzir a forte dependência do agronegócio brasileiro dos fertilizantes químicos importados.

Elas buscam produzir em conjunto fertilizantes organominerais para uma agricultura sustentável.

Por meio da tecnologia, as empresas buscam eficiência, otimização e produtividade para atender os agricultores. Além de investir em pesquisa e inovação para contribuir para a saúde da terra.

Soja, milho, cana, citros e café estão entre as principais culturas-alvo da empresa, que colocará no mercado uma gama de soluções para diversas outras culturas.

A primeira unidade industrial será instalada no município de Altair (SP), fortalecendo a economia local com geração de emprego e renda, e na primeira fase estima-se a geração de cerca de 150 empregos diretos. O plano é produzir 200 mil toneladas de fertilizantes sustentáveis no primeiro ano.

O projeto foi submetido à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

De O documento

Leia outras notícias no portal Mundo Agro Brasil

Relacionadas

Veja também

A nova economia é formada por cadeias produtivas mundiais que estão além das fronteiras de cada país cada vez mais.
A carne de Mato Grosso foi uma das grandes atrações da China International Import Expo (CIIE), a maior feira de importação do mundo, realizada entre os dias 5 e 10 de novembro, em Xangai.
Volume representa queda de 20% na comparação com o mesmo mês de 2024; no acumulado de 2025, embarques somam 33,279 milhões de sacas, também 20% inferiores ao aferido nos primeiros 10 meses do ano passado
Iniciativa reforça o compromisso do movimento com a moda consciente e a rastreabilidade do algodão brasileiro