Oito dicas para a nova etapa da vacinação da aftosa

Beckhauser apresenta orientações aos pecuaristas sobre o a manejo de vacinação contra febre aftosa, para a nova etapa no País que se inicia.
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Oito dicas para a nova etapa da vacinação da aftosa
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O mês de novembro marca uma nova etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa na maioria dos estados brasileiros. A vacina é uma importante aliada dos pecuaristas, pois representa uma medida preventiva contra a doença, agindo também na redução das perdas e da necessidade do uso de antibióticos para os tratamentos nos animais de produção. Como consequência disso, o programa de vacinação diminui os custos e os resíduos de fármacos nos animais em uma fazenda.

De acordo com o Governo Federal, mais de 78 milhões de animais receberão a vacina nesta etapa da campanha, que tem como foco os bezerros de até dois anos de idade. O objetivo da vacinação, além de prevenir a doença, é a conquista do status de território livre de febre aftosa, reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) já obtido por 70 países.

“Como uma empresa que levanta a bandeira do bem-estar animal e humano (BEAH) e do combate ao desperdício, a Beckhauser é uma importante fonte de informação para os pecuaristas sobre o manejo adequado de vacinação”, explica a gerente de comunicação e bem-estar animal e humano – BEAH da Beckhauser, Carla Ferrarini.

Visando colaborar com a melhor eficiência da campanha de vacinação nas fazendas de todo o Brasil, a Beckhauser separou uma série de dicas, aos produtores de bovinos, para o sucesso dessa nova etapa. Confira abaixo:

1. Redução do estresse

Os bovinos enxergam a prática da vacinação como algo aversivo. Por isso, a orientação é que ela seja feita de forma calma, racional, com menor impacto de estresse aos animais. Realizar o manejo em contenção individual é a estratégia ideal para otimizar o tempo e evitar perdas, tanto financeiras como de insumos.

2. Local de aplicação

A vacinação deve ser realizada com agulhas novas na tábua do pescoço de cada animal. A aplicação em locais inadequados pode provocar estresse e lesões nos bovinos, o que pode levar à perda de qualidade da carne e a eventuais descartes.

3. Condições de vacinação

Organizar o manejo nas horas mais frescas do dia facilita a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina. Além disso, os bovinos sadios e bem nutridos têm melhor resposta imunológica às vacinas do que os doentes ou mal alimentados. Um bom manejo aliado à nutrição são fatores que levam a fazenda ao resultado esperado na campanha de vacinação.

4. Higiene em primeiro lugar

Como em qualquer situação de vacinação, os instrumentos utilizados neste processo devem ser higienizados para que seja feito o manejo. Pistolas e agulhas limpas e esterilizadas evitam infecções no rebanho e asseguram a qualidade da carne.

5. Ambiente para a vacinação

Um local sem barulhos altos e que possibilite a movimentação tranquila dos animais e dos profissionais é o mais indicado para o manejo vacinal. A agressividade ou reatividade de um bovino em curral pode ser apenas o reflexo de uma situação de estresse, gerada por uma estrutura com erros, pela percepção do animal de um barulho desconhecido, pela presença de um cachorro ou mesmo pela impaciência na condução do trabalho.

Evitar o acúmulo de atividades no período de vacinação também é uma estratégia recomendada, para que o trabalho dos vacinadores possa ser executado com calma e eficiência.

6. Cuidados na contenção

Na contenção individual dos animais para a vacinação, é imprescindível o fechamento a porteira de saída do equipamento antes de conter o animal com a pescoceira. Os profissionais precisam zelar para que as porteiras não batam no corpo do animal. Dessa forma, diminui-se o risco de machucar o bovino e de causar acidentes.

7. Posicionamento da equipe

Uma boa distribuição dos profissionais contribui para o sucesso do manejo. Uma das estratégias recomendadas é: uma pessoa cuida da porteira de entrada e da contenção do posterior do animal (quando necessário) e outra cuida da porteira de saída e da pescoceira. Com o animal contido, um deles realiza a aplicação da vacina. Com isso, há diminuição do risco de incidentes e menor desgaste dos vaqueiros.

8. Fim da contenção

Realizada a vacinação, a janela do equipamento de contenção deve ser fechada antes da liberação da pescoceira e da abertura a porteira dianteira de saída. O ideal é que o animal saia direto em uma manga ou piquete, que tenha disponibilidade de água, sombra e, preferencialmente, uma recompensa na forma de alimento.

“É fundamental lembrar que a campanha de vacinação não termina com a imunização. Mais do que uma aplicação obrigatória, é preciso que o setor da pecuária se conscientize de que isso se trata de algo mais amplo, de garantir a sanidade dos animais, a qualidade do corte e o espaço no mercado internacional. Para que tudo ocorra da melhor forma e sem perdas para animais e tratadores, é importante colocar em prática o manejo racional na vacinação”, finaliza Carla Ferrarini.

A Beckhauser

A Beckhauser desenvolve e industrializa soluções para o manejo racional de bovinos, buscando oferecer ao mercado ferramentas que ajudem no desenvolvimento de uma pecuária sustentável – que aprimorem a produtividade no manejo e a qualidade dos resultados da produção, cuidando da segurança das pessoas e do bem-estar animal. A empresa vem, há anos, ditando tendências de inovação no segmento e oferece hoje um amplo portfólio de equipamentos de contenção tradicionais e automatizados, da fazenda ao frigorífico, além de parcerias com equipamentos de controle e pesagem eletrônica. Mais informações: www.beckhauser.com.br.

Fonte: Beckhauser/Attuale Comunicação

Crédito: Divulgação Beckhauser

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