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Crescimento da agropecuária brasileira e novos programas do MAPA são destaques em painéis da COP 28

12 de dezembro de 2023

Iniciativas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foram apresentadas a líderes mundiais e empresariais, instituições financeiras, autoridades governamentais e ONGs
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Crescimento da agropecuária brasileira e novos programas do Mapa são destaques em painéis da COP 28

As conquistas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para a produção agropecuária com sustentabilidade ganharam destaques nos painéis do último domingo (10) da 28ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP 28), em Dubai. 

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Roberto Perosa, participou de três importantes debates direcionados a líderes mundiais e empresariais, instituições financeiras, autoridades governamentais e ONGs. 

No painel “COP para COP: Impulsionando o progresso na Declaração dos Sistemas Alimentares dos Emirados Árabes Unidos”, foram abordados os avanços da COP e os próximos passos em termos de compromissos globais. O representante do Mapa reforçou o papel da agricultura na redução do desmatamento e na garantia da segurança alimentar com o novo programa de recuperação de pastagens degradadas. Também foram compartilhados dados sobre a diminuição do desmatamento no Brasil e os compromissos climáticos assumidos pelo governo, destacando a liderança proposta pelo presidente Lula. 

Na Reunião Ministerial do IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura), ministros e representantes dos países associados discutiram a integração agrícola regional, buscando cooperação técnica para promover a troca de conhecimento e tecnologia. A agricultura foi destacada como solução para os desafios climáticos, enfatizando práticas sustentáveis, inovação e colaboração global. Na oportunidade, Perosa ressaltou o crescimento da produção agropecuária no Brasil com tecnologia e inovação nos últimos 50 anos, enfatizando o papel fundamental da Embrapa e os compromissos do país com a segurança alimentar e a produção sustentável no Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD). 

No painel “Semeando Prosperidade: Ações do Setor Agroindustrial para Enfrentar Desafios Climáticos e Capturar Oportunidades”, foi destacada a integração da sustentabilidade nas políticas públicas do Mapa. Perosa mencionou o sucesso do Plano Safra em conexão com práticas agropecuárias sustentáveis e os resultados positivos alcançados pelo Plano ABC+. 

Práticas sustentáveis e os casos de sucesso em carne bovina e algodão 

O Mapa também teve participação fundamental no Painel Diálogos de Produção Sustentável durante a COP 28. Marcel Moreira, diretor de Promoção Comercial e Investimentos do Mapa, destacou o sucesso do Brasil na produção de algodão, mantendo alta produtividade sem comprometer a responsabilidade ambiental. Com mais de 80% da safra nacional de algodão assegurada, o Brasil lidera como principal fornecedor mundial de pluma certificada, graças a práticas regenerativas que favorecem o sequestro de carbono e a redução de gases do efeito estufa. 

O painel também enfatizou a importância da sustentabilidade na indústria de carne bovina, onde o Mapa e o setor privado colaboram para garantir matéria-prima sustentável e aprimorar a rastreabilidade na pecuária. O Brasil não só supre a crescente demanda global por proteína animal, mas também adota tecnologias de baixo carbono para mitigar as mudanças climáticas. 

Governo ressalta compromisso com a agropecuária brasileira

Marcel ressaltou o compromisso do governo brasileiro com a sustentabilidade no setor agropecuário, destacando a colaboração entre governo e iniciativa privada para avançar na sustentabilidade, rastreabilidade e transparência das cadeias produtivas. Ele também enfatizou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens de Pastagens Degradadas com potencial de incorporação de 40 milhões de hectares em áreas de agricultura, apostando na intensificação sustentável dos sistemas produtivos sem afetar áreas de vegetação nativa preservadas. 

Por Agência de Notícias Primeira Hora

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