CBH define Time Brasil de Salto para a Olimpíada de Tóquio

O cavaleiro Rodrigo Pessoa volta a integrar a equipe brasileira junto com Marlon Zanotelli, Yuri Mansur e Luiz Francisco Azevedo
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CBH define Time Brasil de Salto para a Olimpíada de Tóquio
Foto: Divulgação
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A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) nomeou na segunda-feira, 05/07, o Time Brasil de Salto escalado para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, que começa no próximo dia 23 de julho. Os atletas foram observados pela comissão técnica e a seleção final se deu com base em uma long list de 12 cavaleiros. Foram divulgadas pela Confederação as equipes de Salto e de Concurso Completo de Equitação (CCE).

Na equipe de Salto estarão os conjuntos: Luiz Francisco Azevedo – Comic, Marlon Zanotelli – VDL Edgar, Rodrigo Pessoa – Carlitos Way, Yuri Mansur – QH Alfons Santo Antonio. E como reserva para quarentena, Bernardo Alves – El Torreo de Muze. Philippe Guerdat é o técnico, e Pedro Paulo Lacerda o chefe de equipe.

Uma das novidades esperadas foi o retorno do campeão olímpico Rodrigo Pessoa, que depois de ficar fora da Rio 2016 volta a integrar a equipe brasileira e vai para  a sua 7ª olimpíada. Sua primeira participação foi em 1992, nos Jogos de Barcelona.

Durante as seis participações, foram três medalhas, sendo duas de Bronze por equipe e uma de Ouro no individual, em três Jogos consecutivos ( Atlanta/96, Sydney/2000 e Atenas/2004). Entre 2017 e 2019, o cavaleiro atuou como técnico da seleção de saltos da Irlanda e ajudou os europeus a se classificarem para Tóquio com o título da Copa das Nações, em 2019.

Nas redes sociais, Rodrigo Pessoa comemorou sua convocação agradecendo o apoio e escreveu: “Sempre uma grande honra representar o Brasil, dessa vez e para as Olimpíadas de Tóquio 2020. Seria impossível sem a ajuda e apoio de muitos”.

Nas provas olímpicas no Japão já começam a vigorar, pela primeira vez, as novas regras da Federação Equestre Internacional (FEI), que entre outras mudanças – nas equipes do hipismo – reduziu de quatro para três o número de conjuntos titulares de cada equipe, com um conjunto reserva que poderá ser escalado mesmo após o início da competição.

Pelo novo formato, as disputas por equipes não terão mais o descarte, com o qual tirava da somatória dos pontos o pior resultado. Com apenas três conjuntos, todos valem pontos e em caso de uma eliminação pode comprometer toda a equipe. Outra mudança é que a disputa individual antecede a final por equipes.

Para o CCE, Concurso Completo de Equitação, o técnico Ademir Oliveira convocou Carlos Parro (Goliath), Marcelo Tosi (Glenfy) e Rafael Losano (Fuiloda G), além de Márcio Appel (Iberon JMen) como reserva.

Parro e Appel estiveram na Rio 2016. A vaga em Tóquio foi assegurada com a prata no Pan de Lima, conquistada justamente pelo trio que será titular na capital japonesa.

Fonte: CBH, Agência Brasil
Foto: Divulgação

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