O Encontro de Atualização Técnica da Avicultura Paraibana – ATUAV, evento que acorreu no último dia 11 de novembro, no município de Campina Grande-PB, reunindo produtores, colaboradores de granjas, profissionais técnicos e empresas fornecedoras de insumos do setor de aves de corte e de postura de várias localidades.
A solenidade de abertura contou com uma apresentação de Antônio Cláudio, um dos coordenadores do evento, tratando da história do evento desde sua criação.
A primeira palestra foi do Bruno Amorim, que é Coordenador de produtos da MCassab. Bruno tem mestrado em Produção de Ruminantes. Sua palestra teve como tema: “Efeitos da saúde hepática no desenvolvimento e desempenho das aves”.
A segunda palestra ficou por conta do Sérgio Carrer, Técnico de Nutrição e Formulação na Polinutri. Sérgio é Zootecnista e o tema de sua palestra foi: “Importância da nutrição pré-inicial para frangos de corte”.
Com um momento de intervalo, a coordenação do evento promoveu um coffee break, onde aconteceu de forma espontânea um momento de muito network. Para muitos que estavam presentes, foi um momento de reencontro.

O ATUAV foi o segundo evento presencial do setor de proteína animal em nível de Nordeste (o primeiro foi a Edição Pocket da Feira da Avicultura e Suinocultura do Nordeste, realizado em São Bento do Uma, PE).
Após o intervalo, teve início a palestra do Ricardo Scherer, que é Coordenador Técnico de Avicultura da Farmabase Saúde Animal. Ricardo é médico veterinário e o tema abordado foi: “Não antibióticos podem de fato melhorar a saúde intestinal e o desempenho do frango de corte”.
Em seguida, foi a vez da Bianca Costa, Coordenadora Territorial na Boehringer Ingelheim. A Bianca é médica veterinária e tem Mestrado em Zootecnia, Produção em Monogástricos. O tema abordado por ela foi: “Vacinas vetorizadas e sistema imune”.
A palestra final ficou por conta do Adriano Rorato, Gerente Nacional de Aves da Tectron. Adriano é médico veterinário e o tema de sua palestra foi: “Novas ferramentas para controle de micotoxinas em rações – relatos de casos”.
Ao final, a coordenação do evento realizou homenagens a pessoas queridas que faleceram durante a pandemia, como também, aos amigos que sobreviveram à COVD-19. Foram entregues troféus aos patrocinadores e palestrantes como uma forma de agradecimento e lembrança do evento. Logo após, foi promovido um momento de confraternização, onde foi servido um coquetel para os presentes.
Granjas do Ceará importam mais milho argentino

Demonstrando as dificuldades e fragilidades da cadeia produtiva da avicultura nordestina, o navio Kerasia descarregou no Mucuripe mais 27,5 mil toneladas de milho produzido na Argentina. O milho brasileiro custa caro para chegar a Fortaleza. E como pode ser isso?
Toda a carga se destina às granjas avícolas cearenses, que se uniram em um pool liderado pela Associação Cearense de Avicultura (ACEAV). Agora, a produção de ovos e de carne de frango das empresas avícolas do Ceará está garantida por mais alguns meses.
E já está prevista nova aquisição de milho argentino para o início do próximo ano. A importação do grão foi necessária para driblar alguns problemas internos. O custo para trazer milho brasileiro produzido em Goiás ou no Mato Grosso é maior do que o importado da Argentina.
Fonte: Avicultura do Nordeste
Crédito da Foto: Nutrição Animal e Saúde
Crédito: Divulgação ATUAV
Crédito: José Dias
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