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Agronegócio paga dividendos acima de 1% ao mês

1 de fevereiro de 2023

Agro é pop… e o agronegócio paga dividendos também. Veja as notícias que mais interessam os investidores ao longo da semana
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Agronegócio paga dividendos acima de 1% ao mês

agronegócio paga dividendos gordos também e prova disso foi o interesse dos investidores por notícia sobre um fiagro que está rendendo em janeiro 1,19% em dividend yield em janeiro.

Confira abaixo as cinco notícias mais lidas do Agro Times na semana:

5° lugar: Minerva Foods (BEEF3) bate alvo no curto prazo e tem ajuste técnico; ação ainda pode subir 25% em 2023

As ações da Minerva Foods (BEEF3) operam em queda ao redor de 3% nesta segunda-feira (23), mesmo após o frigorífico ter anunciado que mais uma de suas unidades foi habilitada a exportar carne bovina para a Indonésia.

Embora o movimento baixista possa assustar muitos investidores, o analista de ações Beto Assad, colunista aqui no Money Times, considera que a ação da Minerva apenas enfrenta um ajuste técnico.

“O papel subiu bem [valorização de 19% só em 2023] e chegou em uma zona de resistência importante, e pode ter bastante investidor realizando lucro”, explica.

4° lugar: Fiagro dobra de tamanho e paga R$ 1,20 por cota; rendimento de 1,19% em janeiro

Fiagro (Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais) é um tipo de investimento que está atraindo cada vez pequenos investidores em 2023.

SNAG11 —Fiagro da Suno em conjunto com a Boa Safra Sementes (SOJA3) — dobrou o seu tamanho na Bolsa brasileira neste início de ano.

O fundo voltado para investimento no agronegócio finalizou sua segunda emissão de cotas, aumentando em 100% o tamanho do Fiagro da Suno, saindo de R$ 150 milhões de patrimônio líquido, para R$ 300 milhões.

3° lugar: Etanol dá sinais de que não se beneficiará do primeiro aumento da gasolina no ano; o consumidor também

Com duas subidas seguidas do preço do etanol hidratado nas distribuidoras paulistas, mais a desta terça (24) que deverá vir embutida ao anúncio do reajuste da gasolina nas refinarias, o biocombustível corre o risco de ver anulada a alta que o combustível concorrente deverá ter a partir de amanhã.

Os postos vão devolver às bombas essas remarcações, mas a gasolina ainda conta com vantagem de ser mais competitiva sem os impostos federais.

Ante o petróleo avançando para a média de US$ 86 o barril na semana passada – e os US$ 88 da segunda -, depois do piso de US$ 78 do início do mês, a Petrobras (PETR4) promove o primeiro aumento na refinaria do governo Lula, em R$ 0,23/litro (R$ 3,31), cerca de 7,46%.

2° lugar: Moeda única sem simetrias do Mercosul é convite ao naufrágio

Se vem mesmo o Sur, ou qualquer outro nome para a moeda comum do Mercosul, como desde ontem os eufóricos presidentes Lula e Alberto Fernández anunciaram, vale dizer desde já que não deveria ser prioridade.

Falta arcabouço técnico que a torne viável, tanto em relação a estrutura do bloco quanto à desenvoltura econômica dos dois principais países. Vamos ver, a seguir.

Na realidade, tal mecanismo favorece especificamente a Argentina, carente de reservas internacionais em moeda forte. Não é o caso do Brasil, com reservas aproximadas em torno de US$ 390 bilhões.

1° lugar: Em algum lugar do futuro: números mostram que a China poderá abalar o mercado do café, como fez com a carne

A China disparou nas importações de carne bovina brasileira por uma mistura de mudanças de hábitos de consumo e por forte prejuízo na sua produção de suínos.

O café começa a seguir a trilha do primeiro caso, pelo menos, na disputa com o tradicional chá asiático, e num crescendo que pode abalar o balanço de oferta e demanda mundial em pouco tempo.

O que o país asiático aspira do mundo promove um terremoto nos preços que se valorizam, dados os volumes para saciar o gigante. Foi assim também com a soja.

Por: MoneyTimes

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